17 de setembro de 2008, 12:28
As bibliotecas corporativas podem ser cada vez mais uma fonte de conhecimento, abstração e criatividade para as empresas. E como nem toda a informação está registrada em livros, é hora de apoiar uma biblioteca 2.0.
Por Rafael Marinho
Organizar, tratar e disseminar informações para gerar novos conhecimentos é função de toda e qualquer biblioteca, independente se pública, escolar, especializada ou universitária. E para as bibliotecas corporativas não é diferente - o que muda de um tipo de biblioteca para outra são seus clientes/usuários e a cultura organizacional.
Primeiramente toda unidade de informação deve transmitir através de seus produtos e serviços a missão, a visão, os valores e objetivos da organização na qual ela está inserida; do contrário não teremos uma unidade de informação dinâmica, mas sim, um depósito de documentos.
O conceito de biblioteca corporativa vai muito além de ser um depósito de documentos - ela atua de forma decisiva em muitos casos, pois é nela que o conhecimento da empresa está sendo gerido.
Atualmente atuo em uma universidade corporativa de uma grande empresa e posso dizer que as atividades realizadas ganham uma dimensão maior, visto que a biblioteca dá suporte ao desenvolvimento de novos produtos e também dá suporte à formação e capacitação da força de trabalho da empresa, além de incentivar o desenvolvimento cultural destes.
Este modelo tem sido adotado em muitas empresas, que passam a investir cada vez mais em informação e na formação de seus empregados. A biblioteca corporativa às vezes pode parecer uma biblioteca universitária, mas possui muitas outras especificidades. Assim, consideramos o funcionário como nosso negócio, nossa atividade e nosso cliente.
As bibliotecas corporativas são uma fonte de crescimento no poder de abstração, concentração, criatividade. E é sempre bom integrar o cliente/usuário através de troca de idéias, opiniões e sugestões. Afinal desenvolvemos o nosso trabalho para este fim.
E como nem toda a informação disponível está registrada em livros, é preciso olhar para as bases de dados disponíveis na internet, periódicos eletrônicos, outras bibliotecas e centros de documentação, cotações, informação digital etc.
Ver mais em:
Bibliotecas corporativas: momento de reengenharia
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